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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Auditoria constata horas extras irregulares, demora no atendimento e descaso em hospitais do Distrito Federal.

Além do pagamento de horas extras acima do limite legal, a Secretaria de Transparência e Controle do Distrito Federal (DF) identificou outras irregularidades nos hospitais e unidades de saúde locais.

Em alguns hospitais, os auditores constataram, in loco, que médicos desrespeitam o revezamento dos plantões, causando “prejuízo para o atendimento dos pacientes e descaso para com a população atendida”, segundo relatório da secretaria obtido pela Rádio Nacional e ao qual a Agência Brasil teve acesso.

Na madrugada do dia 19 de novembro de 2010, três médicos estavam escalados para o plantão no Pronto-Socorro do Hospital Regional do Guará. Porém, somente um atendia os pacientes e os outros dois estavam na sala de repouso. No local, 21 pessoas aguardavam atendimento de emergência, sendo que algumas estavam lá há mais de três horas. Somente depois que a equipe de auditoria perguntou pelos dois profissionais, eles passaram a atender.

Casos semelhantes foram identificados nos hospitais da Asa Norte e da Ceilândia nos meses de outubro e dezembro passados, de acordo com o relatório, que tem mais de 60 páginas.

Os auditores também identificaram demora no atendimento de pacientes em estado grave. No Hospital da Ceilândia, por volta das 9h do dia 1º de dezembro de 2010, 13 pessoas nessa situação esperavam por atendimento. Do total, cinco aguardaram mais de cinco horas para receber os cuidados médicos. Das 6h às 12h, cinco médicos estavam escalados.

Em outros casos, foram identificados profissionais que trabalharam 30 horas consecutivas na Ceilândia, no Guará e na Asa Norte. “Esse acúmulo de horas seguidas de trabalho, além de possibilitar danos físicos e mentais ao próprio servidor, pode prejudicar a qualidade dos serviços prestados à comunidade”, diz o relatório.

No que se refere a plantões, a auditoria constatou a adoção do chamado “sobreaviso”, em que o médico não comparece ao plantão no hospital, mas fica em “estado de sobreaviso” para uma emergência.

Esse modalidade não está regulamentada pela Secretária de Saúde e, por isso, não pode ser colocada em prática.

EMBRIAGUEZ – A auditoria relata também um caso, ocorrido em setembro de 2010, em que um médico foi trabalhar no Hospital Regional da Asa Norte com sinais de embriaguez. O fato foi relatado por um enfermeiro aos chefes do plantão e do setor.

De acordo com o relatório, o médico estava cumprindo jornada extra. “A embriaguez eventual, então, constitui ato punível e não pode nem deve ser tolerada, especialmente em atividades que envolvam vidas. Constatada sua ocorrência, há de se instaurar o procedimento disciplinar adequado com vista à sanção da conduta do servidor”, diz o documento.

FALTAS INJUSTIFICADAS - A equipe atestou que servidores não compareceram ao trabalho e não justificaram a ausência, sem ter desconto no salário.

Pelo menos, 11 funcionários de dois hospitais foram enquadrados nessa situação. Seis deles faltaram, dois estavam de abono, um foi substituído, um não estava no hospital e o último estava de licença médica. Em todos os casos, não há documentos com justificativas. Nove dos 11 servidores assinaram a folha de ponto normalmente.

“Apesar de não terem sido apresentados documentos que justificassem as ausências, não houve lançamento de falta na folha de frequência e, por consequência, o desconto na remuneração”, aponta o relatório.

Foi constatada a ausência de chefes de determinadas unidades em dias e horários diferentes. No documento, a secretaria alerta que os gestores estão sujeitos à dedicação em tempo integral e podem ser convocados sempre que for necessário.

Além disso, as escalas com os nomes e horário de trabalho de cada funcionário não ficam afixadas em locais visíveis para a população, como prevê norma vigente desde 2008.

HORAS EXTRAS – O pagamento indevido de horas extras é apontado como a principal irregularidade. A partir da análise da situação de servidores, feita por amostragem, os auditores identificaram que a maioria recebeu excedente acima do limite de duas horas diárias e por mais de um ano, o que representou um aumento nas despesas mensais do governo do Distrito Federal no final do ano passado em comparação ao mesmo período de 2009.

Alguns médicos acumulam carga de 60 horas semanais, incluindo as horas extras. Em um mês, a soma do serviço extraordinário ultrapassa 400 horas extras para alguns casos. Uma servidora, por exemplo, trabalhou em média 14 horas por dia, o equivalente a 87 horas por semana.

Em outro caso apurado, uma servidora recebeu valor integral da hora extra por plantões que não fez, no mês de fevereiro de 2010, em um posto de saúde na Estrutural, uma das áreas mais pobres da capital federal.

Em agosto do ano passado, um médico cumpriu horas extras simultaneamente à sua escala normal de trabalho. Os auditores mencionam indícios de que um pequeno grupo de médicos é favorecido na elaboração da escala de serviços extraordinários. Foi identificada ainda a inclusão irregular de adicional por tempo de serviço, periculosidade, insalubridade e de gratificação à remuneração de servidores ativos.

Para conter as horas extras e outras irregularidades, a Secretaria de Transparência e Controle recomenda uma série de medidas à Secretaria de Saúde. Uma delas é a abertura de sindicância para investigar os casos.

No entanto, no próprio relatório, os auditores apontam falhas nos procedimentos disciplinares conduzidos pela Secretaria de Saúde. Segundo o documento, uma denúncia contra uma servidora acusada de rasurar a escala de serviço para esconder faltas foi arquivada por prescrição de tempo, sem que fossem analisadas as punições cabíveis.

“As situações de irregularidade descritas neste relatório poderão resultar, a princípio, na abertura de processos administrativos disciplinares. No entanto, cabe à nova gestão da Secretaria de Saúde rever os procedimentos adotados até então para a condução dos processos de sindicância, pois, verificou-se a ineficácia dos procedimentos para a conclusão desses processos e a aplicação das penas cabíveis”.

Outras recomendações são a instalação de ponto eletrônico, a vigilância permanente, melhores condições de trabalho e salariais para os médicos, além do levantamento total de horas extras pagas de maneira irregular nos últimos anos, como informou o secretário adjunto de Transparência e Controle, Dionísio Carvallhêdo Barbosa, à Agência Brasil.

Em nota, a Secretaria de Saúde do DF disse que tem adotado medidas para controlar a concessão de horas extras.

A auditoria foi feita por amostragem de hospitais e servidores com dados do período de agosto de 2010 a janeiro de 2011. No caso das horas extras, foi verificada a situação de funcionários que receberam o maior número de excedente pelo serviço.

A Secretaria de Saúde informou, por meio da assessoria de imprensa, que não é responsável por irregularidades encontradas na gestão passada, nos anos de 2009 e 2010 e que, por enquanto, não comentará o assunto.



Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sábado é dia D de vacinação contra poliomielite e sarampo em Gravatá.

Gravatá, no Agreste de Pernambuco, promove nesse sábado (18), na Praça da Matriz, das 8h às 17h, o Dia D de vacinação contra poliomielite e o sarampo.
A pré-campanha já vem acontecendo há algumas semanas e todas as unidades básicas de saúde do município estão atendendo crianças menores de 5 anos para serem imunizadas contra a poliomielite e menos de sete para a vacinação contra o sarampo.
De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização em Gravatá, Flávia Ferreira,  a estimativa é de que mais de 6 mil crianças sejam vacinadas durante toda a campanha.
» Confira os postos de vacinação:
PSF – Boa Vista
PSF – Cruzeiro I
PSF – Cruzeiro II
Centro de Saúde Gravatá
PSF – Maria Auxiliadora
PSF – São José
PSF – Alpes Suíço
Centro de Saúde Fernando da Veiga
Pessoa – Posto I
PSF – Ana Caminha I e II
PSF – Nossa Senhora das Graças
PSF – Jucá
PSF – CAIC
PSF – IV
PSF – III
PSF – II
Sindicato Rural
Hospital Dr. Paulo da Veiga Pessoa
Praça da Matriz


Fonte: JC Online.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Queixas a planos de saúde dobram nos primeiros meses do ano.

A insatisfação dos consumidores com o mau atendimento dos planos de saúde não para de crescer. Só durante os primeiros quatro meses do ano, o índice de reclamações medido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mais que dobrou. O problema mais comum é negativa de cobertura, seguido de cláusulas contratuais abusivas e aumento injustificado da mensalidade. Diante dos números crescentes, entidades médicas e de defesa do consumidor cobram uma ação mais rigorosa da agência reguladora.

O Procon orienta aos que se sentirem prejudicados a procurar auxílio em postos da entidade nos estados, pois os dados serão usados para mapear a origem dos problemas e repassados ao Ministério da Justiça para providências. "Além disso, a depender da gravidade, o Procon pode aplicar multas que variam de R$ 212 a R$ 3 milhões à prestadora que desobedecer ao Código de Defesa do Consumidor", explicou Oswaldo Morais, presidente do Procon no Distrito Federal. O baixo valor das indenizações aplicadas pelo Judiciário, no entender do advogado João Tancredo, estimula as operadoras a manter o mau atendimento, preferindo pagar as penalidades a investir no aumento da qualidade dos serviços.

A advogada Patrícia Caldeira considera que a recusa dos planos em atender consultas e procedimentos previstos em contrato são abusivas e exageradas. "Em casos assim, o beneficiário pode procurar a Justiça para fazer valer os seus direitos", recomendou. Caldeira afirmou ainda que os consumidores devem prestar atenção ao contrato, pois em muitos casos escondem armadilhas. "É preciso comparar a cobertura oferecida com o rol de procedimentos obrigatórios determinado pela ANS. Se a empresa se recusar a oferecer o mínimo estipulado pela agência, o contrato também pode ser questionado judicialmente", acrescentou a advogada.

As negativas de cobertura ocorrem exatamente nos procedimentos com maior custo para a operadora, como os de implantação de prótese, apontam dados do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). As queixas contra planos de saúde são, inclusive, as primeiras colocadas no ranking do Idec há 10 anos. A entidade já chegou a mover uma ação civjil contra a ANS para questionar a reguladora em relação à falta de transparência para definir os reajustes anuais que, invariavelmente, ficam acima da inflação oficial.

Reajustes

Cálculos feitos em uma parceria entre o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e o Procon de São Paulo demonstram que, caso a ANS continue a adotar a metodologia de reajuste atual de planos de saúde, que resulta sempre em índices acima da inflação, o consumidor, no futuro, não conseguirá pagar a mensalidade. Daqui a 30 anos, os planos de saúde terão subido 126,67%, acima da estimativa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para chegar a essa conclusão, consideraram-se os reajustes autorizados pela ANS para planos de saúde individuais de 2000 a 2010, período em que estes subiram 31,36% além do IPCA, e a estimativa da taxa de inflação no patamar estabelecido pelo sistema de metas do governo, de 4,5% anuais.


Fonte: Correio Brasiliense.

domingo, 5 de junho de 2011

Descoberta da aids completa 30 anos.

Em 1981, L.C.G. era um menino de 3 anos. Reinaldo estudava jornalismo no Recife. O adolescente Fábio ainda não tinha iniciado o ensino médio e já sonhava em viver na Suíça. O tempo passou para os três e para a doença que mudou a trajetória deles.  Trinta anos depois da descoberta da aids, eles são a prova de como lidar com o HIV transformou-se ao longo de 30 anos do ponto de vista terapêutico, mas permanece difícil. Embora tenha se tornado controlável, a síndrome mata por ano 500 pernambucanos, mortalidade alta, apoiada no preconceito e na vulnerabilidade dos que são vítimas da pobreza e escravizados por drogas como o crack, que leva ao sexo sem proteção e à prostituição. O rótulo de câncer gay, derrubado dois anos depois da descoberta da doença, ainda reforça a discriminação.

“Fiquei sem saída, sem saber o que fazer na vida”, diz L.C.G., da nova geração de doentes. Aos 33 anos, ele descobriu a infecção quando tinha 29, ao fazer exames para cirurgia. Para ele, “aids é a pior coisa do mundo”. Além de dificuldade de adaptação ao tratamento, foi vítima de preconceito. Chegou a mudar de bairro para fugir do constrangimento. “Fui humilhado no local de trabalho e até na Previdência Social”, conta.
Quando descobriu-se portador do vírus, resolveu expor a questão ao chefe, pois precisaria, num primeiro momento, ausentar-se seguidamente para exames médicos e laboratoriais. Mas surpreendeu-se , semanas depois, quando a informação vazou para os demais colegas e, posteriormente, com a demissão. O choque foi maior porque ele trabalhava numa instituição religiosa.

Sentir-se sem saída também aconteceu com o jornalista Reinaldo, na época vivendo no Rio de Janeiro. Mas isso foi bem antes, em 1985, quando nem o AZT era usado no combate ao vírus. “O impacto foi grande. Não sabia o que fazer. Via-me como um personagem de desenho animado jogado contra a parede”, descreve. A vontade de viver, no entanto, foi mais forte. Aprendeu a segurar as náuseas para tomar até 35 comprimidos, mudou a alimentação, foi um dos primeiros a experimentar o coquetel dos anos 90 e se entregou à luta por direitos.

Vivendo há 26 anos com a doença, Reinaldo, 51 anos, acredita que a não adesão ao tratamento, responsável pela morte de muitos, tem relação direta com o estigma. “Há pessoas que escondem de si e dos outros que têm aids, é como se fosse um suicídio”. O preconceito com a aids é ligado à sexualidade, a associação com a homossexualidade, a vida promíscua e ao uso de droga.

Vencer limitações tem sido constante na vida de Fábio Correia, 44 anos, que atuava no setor hoteleiro. Embora com menor tempo de doença (adoeceu na década passada), sofre sequelas neurológicas. “No início, temia que minha mãe sofresse rejeição”. Ele ensina que diante da doença o melhor é aceitar e saber viver com ela. Sem condições de voltar ao trabalho, Fábio encontrou no trabalho voluntário uma nova missão para a sua rotina.


Fonte: JC Online.

sábado, 14 de maio de 2011

Vacinação contra gripe prorrogada até sexta-feira.

Quem ainda não se vacinou contra a Influenza tem até a próxima sexta-feira (20) para receber a dose que protege contra três vírus, dois de gripes sazonais (comuns) e o pandêmico H1N1. A vacina deste ano é indicada para crianças de seis meses a dois anos, profissionais de saúde, gestantes, índios aldeados e idosos acima de 60 anos. No caso das crianças, são duas doses, com intervalo de um mês entre elas. A única contra-indicação são os casos de alergia a ovo e hipersensibilidade a algum dos componentes.
A meta do Secretaria Estadual de Saúde (SES) é atingir 80% dos 1,3 milhão de cidadãos do grupo prioritário. Até a sexta-feira, foram vacinadas 722.887 pessoas, o que representa 52,48% do total, sendo 123.828 crianças de 6 meses a menos de 2 anos (56,86%), 64.189 profissionais de saúde que atuam em serviços de referência para a influenza (72,85%), 57.929 gestantes (38,06%), 26.239 índios aldeados (59,21%) e 450.702 idosos acima de 60 anos (51,5%).


Fonte: Diário de Pernambuco.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Começa vacinação contra a Influenza.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) inicia hoje a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza. Este ano, a vacina para prevenir a gripe será disponibilizada para mais de 1,3 milhão de pessoas entre idosos (a partir de 60 anos), gestantes, crianças de seis meses a menos de dois anos e trabalhadores da saúde que atuam em serviços de referência para a influenza e ainda a população indígena aldeada.
O objetivo é diminuir a morbi-mortalidade nos casos da doença. A campanha segue até o dia 15 de maio. Em Pernambuco, mais de 6 mil pontos, entre unidades de saúde e postos volantes vão oferecer a vacinação. A expectativa do Ministério da Saúde (MS) é imunizar mais de 80% dessa população. 
Este ano, a vacina irá imunizar contra três vírus da influenza (dois da sazonal - gripes comuns – e o da pandêmica H1N1). As contra-indicações são para quem tem alergia a ovo e hipersensibilidade a algum dos componentes da vacina. A vacinação das crianças é feita em duas doses, com um intervalo de trinta dias entre a primeira e a segunda.

No dia 30 de abril acontece o Dia D de mobilização nacional contra a influenza. Em Pernambuco a data será comemorada no Hospital Geral de Areias (HGA), que abriga o Programa de Atenção ao Idoso (PAI). O programa beneficia mais de 500 idosos com ações de promoção à saúde, prevenção e atividades sócio-educativas. No Dia D, a SES ainda ampliará para 10 mil os pontos para imunização em todo o Estado.
Para sensibilizar a população indígena, a SES, em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), fará amanhã uma mobilização na aldeia funiô de Águas Belas.
Doaença - a Influenza é uma infecção viral que afeta o sistema respiratório, mais precisamente o nariz, garganta e brônquios. O contágio ocorre de forma direta, por meio das secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar, ou de forma indireta, pelas mãos, que após contato com superfícies recém-contaminadas por secreções respiratórias podem levar o agente infeccioso direto à boca, aos olhos e ao nariz.
A doença pode se apresentar desde uma forma leve e de curta duração até formas clinicamente graves e complicadas. Os sintomas, muitas vezes, são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores, com congestão nasal, tosse, rouquidão, febre variável, mal-estar e cefaléia. A vacinação pode reduzir entre 32% a 45% do número de hospitalizações por pneumonias, e de 39% a 75% da mortalidade global. Entre os residentes em lares de idosos, pode reduzir o risco de pneumonia em aproximadamente 60%, e o risco global de hospitalização e morte em cerca de 50% a 68%, respectivamente.


Fonte: Diário de Pernambuco.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

DICAS DE SAÚDE: Distúrbios do sono.

A insônia

Embora a imagem típica do insone seja a daquela pessoa que não consegue pegar no sono, se vira na cama e perambula pela casa de madrugada, o tipo mais comum de insônia é aquela em que a pessoa até dorme, mas acorda mais cansada do que estava quando se deitou.
Outros tipos de insônia também atingem pessoas que acordam diversas vezes durante a noite, ou que despertam no final da madrugada e não conseguem mais dormiir. O médico Denis Martinez alerta que, se algum desses problemas (ou vários deles) atingem uma pessoa por dias seguidos, ou se forem intermitentes, ela está sofrendo de insônia, e deve procurar o médico.

Ele também explica que, embora a insônia possa ser causada por diversos fatores, a sua ocorrência está sempre ligada a distúrbios nos neuro-transmissores que coordenam o sono, e que esses distúrbios são os mesmos que causam a depressão: 'Mais da metade das pessoas que sofrem de insônia estão com depressão.

E, se algumas até conseguem conviver com a falta de sono, a depressão é uma doença devastadora na vida de qualquer um'. Então, fique atento, pois a insônia pode ser um sinal de que a depressão está se instalando.

O ronco

Muita gente pensa que o ronco é um problema chato, mas inofensivo. Entretanto, o ronco acontece porque a garganta está flácida, e isso pode causar problemas graves. Algumas vezes, é possível tratar o ronco com mudanças de posição para dormir, ou eliminando hábitos como beber, fumar e fazer autas refeições à noite. Mas é sempre necessário o diagnóstico de um médico para avaliar a gravidade da situação.

A apnéia

Apnéias são interrupções da respiração por mais de 10 segundos. Durante o sono, um pequeno número de apnéias, geralmente de 7 a 20 por noite, pode aparecer em indivíduos normais. Quando ocorrem com freqüência maior que cinco apnéias por hora, ou 30 apnéias por noite, são consideradas anormais. Os malefícios da doença decorrem da soma de apnéias ao longo de anos.

Os dois indícios de que uma pessoa sofre de síndrome das apnéias obstrutivas do sono são o roncar no sono e a sonolência diurna. O ronco sinaliza a obstrução da garganta e a sonolência reflete a conseqüência dos múltiplos despertares para voltar a respirar. As apnéias interrompem o roncar com períodos de silêncio. Quando a respiração retorna, o ronco atinge o máximo, lembrando um urro ou rugido. Nesse momento, o indivíduo está acordado e poderá responder a estímulos externos. Em poucos segundos, porém, volta a dormir e esquece que acordou.

Como o processo da doença se desenvolve em anos ou décadas, as pessoas acostumam-se à sonolência excessiva e passam a considerá-la 'normal'. O tratamento das apnéias do sono varia conforme o caso. Pode-se usar medicamentos, aparelhos e até cirurgias.




Da Redação, DIRETODOPONTO.COM

sábado, 16 de abril de 2011

Pesquisa mostra que cirurgia pode curar câncer reincidente de próstata.

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil mostrou que o câncer recorrente de próstata pode ser curado. Até agora, a doença, quando aparecia pela segunda vez, após o tratamento com radioterapia, era considera incurável.

Os pacientes com o diagnóstico de tumor maligno na próstata têm duas opções de tratamento: a cirurgia para a retirada da glândula – que pode trazer complicações, como a impotência em 50% dos casos, e a incontinência urinária – ou o tratamento com radioterapia, que também pode deixar sequelas, mas em menores proporções.

Nos casos em que a opção pela radioterapia, após o tratamento, o tumor voltava, a doença era considerada sem cura, e o único tratamento disponível é o da hormonoterapia, que consiste em bloquear a produção do hormônio masculino no organismo. Isso retarda o desenvolvimento do câncer, mas não o cura, e dá sobrevida, em média, de mais dois anos ao paciente.

De acordo com um dos coordenadores da pesquisa, o médico do Instituto do Câncer de São Paulo, Daher Chade, a operação de retirada da próstata, depois da reincidência do câncer, não era feita em razão de, geralmente, a radioterapia produzir aderências na região da glândula, o que prejudicava a cirurgia.

“O que foi descoberto com essa pesquisa é que nessa situação, os pacientes que fizeram radioterapia, e o tumor voltou, a cirurgia pode ser feita com segurança. Com a radioterapia mais moderna, a radiação ocorre mais no interior da próstata para eliminar o tumor, e causa menos aderência ao redor da glândula”, afirmou.

O estudo publicado na última semana, que começou a ser feito nos Estados Unidos há cerca de 25 anos, apresentou resultados surpreendentes para os pesquisadores. Cerca de 77% dos pacientes que fizeram a cirurgia após o reaparecimento do tumor estavam, dez anos após a cirurgia, sem nenhum sinal de disseminação da doença.

Outro dado importante obtido, foi a constatação de que 83% dos pacientes estavam vivos uma década após a cirurgia. “Esse é um tempo muito longo para um tumor que se achava incurável, e que era instituído um tratamento de hormônio, para que o paciente vivesse só mais dois ou três anos”.

O médico ainda destacou que os médicos não precisam aprender uma técnica nova para fazer cirurgia, já que o procedimento é o mesmo já utilizado nos casos em que o tumor aparece pela primeira vez. "Os urologistas já sabem fazer essa cirurgia. O que é preciso é adquirir experiência, porque, até agora, poucos cirurgiões faziam essa cirurgia porque não se sabia que ela era benéfica para o paciente”.

A pesquisa analisou 404 pacientes de todo mundo, que tinham, em média, 65 anos de idade.



Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 11 de abril de 2011

DICAS DE SAÚDE: Síndrome de Burnout.

Não são poucas as pessoas que sentem um calafrio percorrer a espinha quando se aproxima o fim da noite de domingo. Imediatamente, elas lembram que terão mais um dia de trabalho pela frente e já começam a sofrer, por antecedência, os efeitos disso. Nessa expectativa, muitos sequer conseguem dormir direito. Especialistas alertam que taquicardia, sudorese e irritação podem ser os primeiros sintomas da Síndrome de Burnout ou Síndrome do Desgaste Profissional.

Na gíria inglesa, burnout identifica os usuários de drogas que se deixaram consumir pelo vício. Ao pé da letra, a expressão significa combustão completa e descreve o estado de profundo desgaste profissional a que são acometidos trabalhadores muito dedicados, exigentes e com mania de perfeição. A lista de profissionais propensos a desenvolver o Burnout é extensa e inclui médicos, professores, jornalistas, controladores de tráfego aéreo e agentes penitenciários.

Normalmente, o burnout ataca tanto jovens que acabaram de ingressar no mercado quanto profissionais mais experientes que atuam em uma mesma empresa há muitos anos. Os primeiros são dotados de grande idealismo, mas suas aspirações muitas vezes não coincidem com a realidade da empresa. Já os segundos sofrem por se sentirem saturados profissionalmente. Por mais que tentem, não conseguem mais dar tanto quanto gostariam.

Os sintomas do Burnout são os mais variados possíveis e vão desde manifestações emocionais, como baixa autoestima, perda de motivação e sentimento de fracasso, até alterações comportamentais, como queda no rendimento, comportamento paranóico ou agressivo e aumento no consumo de álcool, café e remédios. Uma pesquisa do International Stress Management Association (ISMA), feita em 2002 entre profissionais de nove países, mostra o Brasil no segundo lugar do ranking dos trabalhadores estressados - perde apenas para o Japão. Cerca de 70% da população economicamente ativa sofre de estresse ocupacional. Desses, 30% são vítimas do Burnout. Não por acaso, o Código Internacional de Doenças (CID) classifica a síndrome como acidente de trabalho. Na maioria das vezes, o portador de Burnout tem três caminhos a seguir: ou desiste do emprego e muda de profissão; ou não supera o problema e cai doente; ou, finalmente, enfrenta a situação de forma realista e ressurge das cinzas. Muitos têm dificuldade em delegar funções e acumulam tarefas que fatalmente deixarão de cumprir. É preciso que essas pessoas saibam que o cemitério está cheio de profissionais insubstituíveis.



Da Redação. DIRETODOPONTO.COM

quarta-feira, 23 de março de 2011

DICAS DE SAÚDE: Absorvente e sexo podem evitar endometriose.

Estudo, cujos resultados surpreenderam os pesquisadores, sugere que as mulheres que usam absorventes internos ou fazem sexo durante a menstruação teriam menos propensão de desenvolver endometriose. A pesquisa realizada com mulheres com e sem endometriose mostrou que aquelas que usavam exclusivamente absorventes internos eram menos propensas a ter a doença. Os resultados foram similares entre mulheres que mantinham relações sexuais pelo menos � s vezes durante o período menstrual.

Contudo, as descobertas apenas estabelecem uma associação entre esses comportamentos e o baixo risco de endometriose, em vez de provar que o uso de absorventes internos e sexo na menstruação podem evitar a doença. 'Pode-se dizer que... (as descobertas) abrem a porta para estudos futuros', disse o médico Harvey J. Kliman, da Universidade de Yale, em New Haven, Connecticut (EUA).

Kliman, o autor sênior da pesquisa, disse � Reuters Health que as descobertas de sua equipe eram 'bastante surpreendentes', levando em conta o que os pesquisadores sabem sobre o desenvolvimento da endometriose. A endometriose ocorre quando o tecido que reveste o útero (o endométrio) é encontrado fora do órgão - geralmente nos ovários e nas trompas de Falópio e quase sempre fica na região pélvica. Normalmente, o endométrio se rompe e mensalmente é eliminado durante o período menstrual.

Mas o tecido endometrial na superfície externa do útero não tem saída e a área ao redor pode ficar inflamada e inchada, frequentemente causando dor. Especialistas acreditam que o refluxo do fluido menstrual - condição chamada menstruação retrógrada - contribui para a enfermidade. Qualquer coisa que intensificar esse fluxo, incluindo absorvente interno e sexo, poderia aumentar o risco de endometriose. Com o novo estudo, Kliman declarou que 'estávamos absolutamente convencidos de que sexo durante a menstruação seria algo ruim'.

Mas na pesquisa, realizada com mais de 2 mil mulheres, os cientistas verificaram o contrário. Ao perguntar � s participantes sobre a atividade sexual, as mulheres com endometriose foram menos propensas a responder que faziam '� s vezes' ou 'com frequência' durante a menstruação, comparadas � quelas sem a condição. Elas também tendiam mais a 'nunca' ou 'raramente' fazer sexo nesse período, segundo os resultados publicados na edição de junho da revista Gynecologic and Obstetrical Investigation. A mesma situação foi observada quando as mulheres foram questionadas especificamente sobre orgasmo durante o ato sexual.

Os autores sugerem que ter um orgasmo na menstruação pode proteger contra a endometriose ao intensificar as contrações uterinas que expelem o fluxo menstrual. Em relação ao uso de absorventes internos, conhecidos como tampões, poucas mulheres com endometriose relataram usar exclusivamente esse tipo de absorvente atualmente e no passado - menos de 12 por cento, comparadas aos 21 por cento das mulheres saudáveis. As que usavam os absorventes convencionais tinham mais que o dobro do risco de endometriose, mostrou o estudo.

A indicação de um efeito protetor dos absorventes internos 'realmente nos surpreendeu', afirmou Kliman. Ele ressaltou, como explicação para essa ligação, que os absorventes internos podem ajudar a puxar os 'resquícios' durante a menstruação, em vez de obstruir sua saída. Contudo, se os absorventes internos podem evitar a endometriose ainda não está claro. Além disso, o estudo se baseou na lembrança da mulher de seu histórico menstrual e sexual. E como os sintomas da endometriose incluem relação sexual e menstruação dolorosos, aquelas com a condição podem evitar as relações sexuais durante a menstruação.

Mesmo assim, Kliman apontou que a pesquisa perguntou � s mulheres sobre seu comportamento ao longo dos anos reprodutivos. Além do efeito protetor, Kliman afirmou que as descobertas devem ajudar a 'livrar-se do medo' de que os absorventes internos contribuem para a doença. Ele disse que alguns especulavam que esse tipo de absorvente - que até a metade da década de 80 continha dioxina - pode promover a endometriose. 'Isso (estudo) me faz pensar que os absorventes internos certamente não levam à endometriose', destacou o pesquisador. 'Acredito que posso dizer com certeza.'





Da Redação. Até segunda-feira.

segunda-feira, 21 de março de 2011

DICAS DE SAÚDE: Verdades e mentiras sobre o vinho.

Mentiras

Vinho, quanto mais velho melhor Nem todos os vinhos são beneficiados pelo envelhecimento. O envelhecimento proporciona a evolução dos componentes do vinho, mas é necessário ter estrutura de tanino e outros componentes para que o tempo seja benéfico e nem todos os vinhos têm este requisito. Durante o envelhecimento algumas características dos vinhos jovens como aromas de frutas frescas são substituídos por aromas mais evoluídos como os de frutas em calda e frutas secas. Em geral vinhos brancos e espumantes não devem ser guardados, pois suas características mais importantes, o frescor e os aromas de frutas se perdem com o tempo. Somente vinhos brancos de regiões muito especiais, como a Bourgogne, na França, ganham com o tempo. Vinho tinto deve ser tomado em temperatura ambiente

Essa afirmação só e verdadeira quando se fala da temperatura ambiente das caves européias, onde o vinho está sempre em torno de 14ºC. Tomar vinho tinto na temperatura ambiente de nosso verão tropical fará com que a emanação alcoólica seja forte demais, impedindo que os outros aromas sejam percebidos adequadamente. Vinho bom é vinho docinho Em geral, os vinhos ao término da fermentação são secos. Todo o açúcar natural das uvas foi transformado em álcool. Os vinhos suaves recebem açúcar depois de prontos, assim como adoçamos o café ou o suco. O açúcar mascara os sabores naturais e engana o paladar. Vinhos de boa qualidade são secos, pois nenhum enólogo em sã consciência colocaria açúcar em um vinho de qualidade. Vinho branco bom é aquele de cor amarela bem forte Vinhos brancos têm coloração bastante leve, que vai do quase incolor ao amarelo claro, com reflexos esverdeados ou dourados. Eles terão cor amarela forte, dourada, em duas situações: se forem fermentados em ou se sofreram ação do calor e ou da luz direta, ou seja, está deteriorado. Quem gosta e entende de vinhos é Enólogo. Uma das confusões mais freqüentes. As pessoas que gostam de vinhos são enófilos. Enólogos são os profissionais que trabalham nas vinícolas e que são responsáveis pela elaboração do vinho.

Verdades

Vinho tinto é para carnes vermelhas e vinho branco para carnes brancas Esta afirmação é verdadeira em parte. Pratos de sabor mais forte precisam de vinho com mais estrutura, para que os sabores se completem sem que um anule o outro. Um vinho muito potente junto com um prato leve vai massacrar o prato e vice-versa. Mas existem desdobramentos desta teoria, pois a forma de preparo do prato é muito importante para o sabor final. Frango assado ou ensopado é perfeitamente acompanhado por um vinho tinto. Deve ser guardado deitado, ao abrigo da luz e com temperatura constante A garrafa deitada mantém a rolha em contato com o vinho, impedindo que ela resseque e permita a entrada do ar que azedaria o vinho. Os vinhos com rolhas sintéticas ou tampa de rosca (screw-cap), podem ser guardados em pé, sem problemas. A luz direta sobre a garrafa de vinhos é extremamente danosa ao vinho. A variação de temperatura, assim como as altas temperaturas também deterioram o vinho.

Da Redação. Quarta tem mais até!!!

quarta-feira, 2 de março de 2011

DICAS DE SAÚDE: O estresse e o bruxismo na dor facial.

O aumento de pessoas queixando-se para clínicos gerais, otorrinos e neurologistas, de dor na região do ouvido não identificada, acompanhada às vezes de estalidos quando na movimentação de abertura e fechamento da boca, comprometendo o sistema estomatognático (cabeça e adjacências), dor difusa na cabeça, face, pescoço ou coluna cervical, muitas vezes nos levam ao diagnóstico de lesão da ATM (Articulação Temporo Mandibular).

“O desgaste dentário, perdas, próteses mal adaptadas, movimentos dentários, ou bruxismo, conduzem a esta enfermidade”, afirma o cirurgião dentista Cilon Vitorino da Rosa, que já participou de diversos cursos de atualização em dor orofacial e disfunção articular.

Grandes porcentagens de pessoas não apresentam sintomas clínicos, porém, em alguns pacientes as manifestações são intensas, com diminuição da capacidade de abertura bucal, diminuição da capacidade mastigatória, travamento da mordida, chegando às vezes a luxações da mandíbula quando no ato de bocejar. O grande problema é a dor, e a causa é multifatorial.

“Dependendo do grau de disfunção, pode haver uma cura total, ou pelo menos uma interrupção do processo degenerativo articular. Inicialmente o procedimento imediato é o diagnóstico correto, o alívio da dor, com a colocação de aparelhos funcionais, eletroterapia, fisioterapia, e após esta fase, desaparecendo os sintomas há a necessidade de reabilitação da oclusão, restabelecendo a harmonia dentária e conseqüentemente a regeneração articular”, explica o dentista.

Muitas pessoas travam a articulação por situações de stress, problemas emocionais ou sistêmicos como artrite e reumatismo, e devem ser tratados por médico especialista.

O tratamento desta enfermidade deve ser orientado por profissional capacitado devido a especificidade e complexidade do tema.

As tensões causadas pelo complexo degenerativo, dor, contratura muscular, formam uma verdadeira sopa inflamatória de difícil diagnóstico, muitas vezes especificamente formado pelo comprometimento da arcada dentária.

Urge então, a necessidade premente de alívio, para posterior estudo e resolução do problema.

O grau de satisfação do paciente é imenso, pois passa de um quadro doloroso para uma situação de conforto e segurança. “Uma questão importante a ser considerada é a possível presença de dentes do siso inclusos, ou semi impactados detectados por análise radiográfica, que muitas vezes nos levam a um quadro semelhante”, finaliza Cilon da Rosa. A visita semestral ao dentista favorece o diagnóstico precoce de possíveis danos a articulação temporo mandibular.





Da Redação, DIRETODOPONTO.COM



ATÉ SEGUNDA.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

DICAS DE SAÚDE: O que fazer para dormir bem?

As regras básicas são alimentação leve à noite, de preferência acompanhada de uma xícara de chá de ervas calmantes, como camomila, erva-doce e capimlimão. Está provado que nossos sentidos passam informações para o cérebro que podem propiciar um relaxamento mais eficaz. Música e luzes suaves são maneiras de transmitir a desaceleração do ritmo diário, trazendo um sono mais tranqüilo.

Além disso, o sensorial agradável de tecidos aveludados, sedosos e macios, aliado ao aroma de lavanda e camomila levam mensagens de conforto e segurança, ajudando na produção de substâncias químicas repousantes. A dica é tomar um banho morno, fazer uma automassagem nos pés com cremes e loções contendo o trio de ervas preciosas, camomila, lavanda e capim cidreira, e se entregar a uma cama bem arrumada.





Da Redação, DIRETODOPONTO.COM


ATÉ QUARTA-FEIRA

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

DICAS DE SAÚDE: Arruda.

A Arruda é da família das Rutáceas. Também chamada de Arruda fedorenta, Arruda doméstica, Arruda dos jardins, Ruta de cheiro forte.

Subarbusto de ate um metro, mais ou menos, de altura. Folhas alternas, pecioladas, carnudas, glaucas, compostas. Inflorescência em umbelas. A Arruda tem flores pequenas, verde-amareladas. Seu habitat natural é em jardins por causa de suas folhas fortemente aromáticas.

Utilidade Medicinal

A Arruda é utilizada principalmente nas regras (menstruação), suprimidas bruscamente. Seu efeito é fortemente efetivo para provocar a menstruação. Durante a gravidez a arruda tem um efeito sobre o útero estimulando as fibras musculares, provocando-lhes a contração, ocasiona uma hemorragia grave, às vezes o aborto e ate a morte.

O chá de Arruda é um ótimo calmante para os nervos. Quando aplicada em uma forte dose pode ser usada como mata piolhos assim como o pó das folhas secas serve para o mesmo fim.

O mesmo chá de Arruda é bom para lavar feridas. As folhas frescas, machucadas, aplicadas sobre feridas velhas têm um ótimo efeito cicatrizante.

FIQUE ATENTO: a Arruda é uma planta muito ativa, deve ser usada com muito CUIDADO quando for ingerida. Seu uso deve ser cuidadosamente administrado.







Da Redação, DIRETODOPONTO.COM


ATÉ A PROXIMA SEGUNDA.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

DICA DE SAÚDE: Sucos naturais.

Depois de eventuais excessos nas refeições, os sucos naturais podem ser um importante aliado para quem quer desintoxicar o organismo e ganhar mais disposição. A saúde dos intestinos tem profunda relação com a pele, o humor, a disposição e também com o controle de peso. Veja alguns sucos o e o benefício de cada um:

Suco de maçã: os poderes anti-oxidantes da maçã fazem deste suco um dos mais saudáveis. Isso quer dizer que a fruta ajuda a combater radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento e pela desregulação do organismo. Se quiser “turbinar” o suco, misture cenoura, beterraba ou aipo.

Suco de uva: também um poderoso anti-oxidante, com a vantagem de que ajuda a reduzir o colesterol e melhorar a circulação sanguínea.

Suco de melancia: um ótimo diurético. Se misturado com morango, o suco também ajuda na boa circulação do sangue.

Suco de abacaxi: um santo remédio para má digestão, porque concentra uma grande quantidade de enzimas. Assim como os sucos de figo e gengibre, o de abacaxi ajuda a controlar o colesterol no sangue e contribui para o bom funcionamento da vesícula biliar.

Suco de banana, pêra e alface: esses três ingredientes resultam em um bom antídoto para a insônia. Nessa área, não podemos esquecer o suco de maracujá, ótimo calmante.

Suco de mamão: por causa das propriedades digestivas do mamão, o suco ajuda a manter o intestino funcionando corretamente.

Suco de laranja com couve: é apropriado para quem sofre de anemia (ausência de ferro no sangue). A combinação cria um suco rico em ferro e em vitamina C, que por sua vez ajuda na absorção do mineral.

Suco de abacaxi, maçã, cenoura e gengibre: as enzimas digestivas do abacaxi e do gengibre, em especial, são auxiliares na digestão e evitam que toxinas se acumulem e dêem origem à celulite. Para ajudar no combate aos furinhos, esfolie as pernas com bucha vegetal, antes do banho.





Da Redação, DIRETODOPONTO.COM


ATÉ QUARTA!!!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

DICAS DE SAÚDE: Caju.

O Caju possui diversas propriedades terapêuticas, antidiabética, adstringente, antidiarréica, depurativa, tônica, antiasmática, anti-séptica, antiinflamatória, vitaminizante, depurativa, expectorante, vermífuga, diurética. O fruto do Caju é duro e oleaginoso, mais conhecido como castanha-de-caju, consumido assado e salgado.

Indicações terapêuticas:

Diabetes, feridas, infecção da garganta, diarréia, disenterias, baixar colesterol e triglicérides, suplemento nutritivo (regime de emagrecimento), frieiras, cansaço dos pés, eczemas, reumatismos, avitaminose C, feridas, úlceras, verrugas, calosidades.

Uso medicinal

Ao que conhecemos como fruto do caju não é fruto e sim pseudofruto, que é suculento, carnoso, perfumado e delicioso, de cor variável entre o amarelo e o vermelho, contendo a castanha de caju, o verdadeiro fruto, que é comestível e muito apreciado em diversas regiões do país. A casca da castanha é alveolada e possui óleo cáustico e viscoso. O suco feito de seu pedúnculo, puro e adoçado um saudável tônico.

Infelizmente apenas uma pequena parte da sua grande safra, é utilizada pela indústria pelo processamento do caju. O uso do fruto em estado seco pode ocasionar lesões na derme, pois é muito cáustico.

Quando as sementes são torradas perdem esta propriedade, tornado-se comestíveis, sendo um alimento saboroso, o broto de caju é usado para diminuir dores no estômago e problemas digestivos o broto deve ser fervido com broto de goiaba, embora sua eficácia e segurança ainda não tenham sido comprovadas cientificamente. O sumo das folhas novas é utilizado para combater aftas.




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ATÉ QUARTA-FEIRA

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

DICAS DE SAÚDE: Inimigos da saúde feminina.

E lá vai ela, a super-heroína! Mesmo não querendo topar esse ingrato papel de época - do século XXI - a mulher fez e acontece. Tanto que, soterrada nas tarefas de mãe perfeita, profissional impecável, amante bem-resolvida e esposa companheira, chega uma hora em que o corpo, pobre corpo, não resiste. O organismo feminino tem suas peculiaridades e precisa muito de cuidados especiais com os problemas que, com certa freqüência, se abatem sobre ele. Mas a tática e o segredo para estar com a saúde sempre em ordem não é novidade: prevenção, atenção e respeito aos próprios limites. O que diferencia a saúde da mulher e a do homem são os hormônios. No caso feminino, o estrógeno, que tem suas vantagens e desvantagens. A depressão, por exemplo, é mais comum entre elas. A mulher também sente mais dor do que o homem. Mas, em compensação, antes da menopausa, tem menos problemas de gota, também por causa do estrógeno, que a protege. Já os homens, há menos casos de osteoporose. Doenças reumatológicas, como a fibromialgia, a steoporose, artrite e o lúpus são mesmo as que acometem as mulheres com mais freqüência do que os homens. Também por razões hormonais. O que é positivo em nisso tudo, é que todas esses problemas, que talvez antes tivessem tratamentos frustrados, contam com novas terapias que fazem com essa mulher tenha uma qualidade de vida muito melhor. Na artrite, houve revoluções recentes com novas drogas biológicas, que previnem a destruição das juntas. No lúpus, novos remédios protegem os rins. E, na osteoporose, tratamentos modernos reconstituem ossos. Apesar dos problemas, a sobrevida é incomparavelmente melhor hoje em dia.
O risco de infarto, entretanto, antes uma característica masculina, vem acometendo cada vez mais também as mulheres.

Um levantamento do Ministério da Saúde mostra que, em 1990, a proporção de mortalidade feminina por infarto era de 25 por 100 mil habitantes. Em 1997, o índice subiu para 42 por 100 mil, e continua em ascendência. E isso não se deve exclusivamente aos hormônios. Provavelmente, eles têm sim uma participação nisso, já que deixam a parede muscular cardíaca mais fina, o que a faz necrosar com maior facilidade.

Mas esse aumento do número de mulheres em risco cardíaco se deve, sobretudo à mudança do estilo de vida. Elas estão trabalhando mais, mais preocupadas, mais estressadas, se alimentando pior, fumando mais. E as pesquisas têm mostrado que, entre as mulheres, o infarto tem sido mais fatal do que entre os homens. Mas é o câncer de mama, doença que lidera o índice de mortalidade no Brasil, o maior problema de saúde feminina. A cada ano morrem no Brasil, com esse problema, dez mil mulheres, com faixa etária predominante acima dos 35 anos. Uma das maiores causas da morte por câncer de mama é a sua detecção tardia. Sessenta por cento dos casos são identificados em estágios avançados. E não se pode falar em câncer de mama sem tocar na chave para a solução: o auto-exame. Deve ser realizada pelo menos uma mamografia a cada dois anos, a partir dos 40 anos, e, depois dos 50, uma a cada ano, além do auto-exame todo mês, logo após o período menstrual. É preciso também adquirir o hábito de se auto-examinar durante o banho, não dar espaço para o crescimento de algum nódulo. Fique atenta a sinais, manchas, secreções, sangramento e retração dos mamilos. Percebendo qualquer um deles, procure imediatamente o médico para um diagnóstico correto e mantenha a calma, lembrando que nem sempre os sintomas indicam o pior problema. Qualquer sinal, corra para o médico
Uma prevenção primária seria uma vacina. Doenças como fibromialgia e artrite, por exemplo, não são se detectam sem que haja uma queixa. Então, o importante é não negligenciar: procurar um médico a qualquer sinal, qualquer incômodo porque, hoje em dia, é possível detectar a doença no estágio mais primário e resolvê-la facilmente. Já com relação à osteoporose, recomenda-se que, depois dos 40 anos, planeje-se uma densiometria de seis em seis meses. É claro, que além de tudo isso, é absolutamente fundamental manter uma vida saudável. Impor-se diante do stress diário em nome da própria saúde, buscando uma alimentação equilibrada e se exercitando fisicamente com segurança são os maiores segredos para estar em dia com a saúde. E, cá entre nós, carinho e cuidado é mesmo coisa de mulher! Mudanças no estilo de vida afetam a mulher!




Da Redação, DIRETODOPONTO.COM


ATÉ SEGUNDA- FEIRA.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

DICAS DE SAÚDE: Insolação.

A insolação é provocada pela exposição excessiva ao sol. Ela pode provocar intensa falta de ar, dor de cabeça, náuseas e tontura, temperatura do corpo elevada, pele quente, avermelhada e seca, extremidades arroxeadas e até mesmo a inconsciência.

Mesmo sem estar diretamente exposto ao sol, é possível ter insolação. A areia reflete o sol e, desse jeito, aumenta a temperatura da pessoa pelo calor, não pela exposição direta ao sol.

Nesse caso, a pessoa não queima, mas assa. Os sintomas são idênticos aos da insolação.

Na insolação ocorre também desidratação e o indivíduo apresenta queimaduras que no início se manifestam por pele vermelha e ardida e quando em estágios mais avançados e graves, leva a formação de bolhas na pele.

Ao primeiro sinal de insolação, é aconselhado que a pessoa procure a sombra, além de se hidratar de forma adequada. Em casos graves de queimadura e de aumento da temperatura corporal, é necessário procurar o atendimento médico.

As pessoas devem evitar tomar sol entre 10h e 16h (11h e 17h, no horário de verão), e não devem fazer exercícios físicos sob o sol nesse horário. É aconselhado também, tomar cerca de dois a três litros de água por dia, e usar protetor solar pelo menos 15 minutos antes da exposição do sol, repetindo a aplicação a cada duas horas



Da Redação, DIRETODOPONTO.COM



Quarta-feira tem mais.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DICAS DE SAÚDE: Para combater a fadiga.

Reduza o estresse. Desligue-se um pouco da pressão diária. Aprenda a dizer não. Estabeleça prioridades. Depois, organize suas atividades para evitar confusão. Tenha seu ritmo. Tire um tempo do dia para fazer algo que você goste. Dê uma volta no quarteirão no meio do dia ou levante 15 minutos mais cedo para dar mais tempo de começar seu dia.

Administre a tensão do trabalho. No trabalho, o agravamento pode ser adicionado à fadiga relativa ao trabalho. Sente e tente resolver os conflitos com os colegas. Tenha um melhor relacionamento com seu chefe e entenda o que ele precisa de você. Seja realista sobre suas limitações. Tire um tempo para levantar-se da sua mesa e esticar-se por uns minutos várias vezes ao dia.

Seja ativo. Tente incluir pelo menos 30 minutos de atividade física moderada no seu dia. Não se preocupe em fazer todo o trabalho de uma vez – comece com 10 minutos de atividade de cada vez. Se você caminhar, mexer no jardim ou nadar, uma vez que você está se movimentando, você vai perceber que tem mais histamina. Enquanto 30 minutos é a recomendação mínima, talvez você precise de até uma hora de atividade moderada diária para manter a forma e um peso saudável.

Coma bem. Comece o dia com um café da manhã com pouca gordura e rico em fibra que inclui bastante carboidrato complexo, como grãos integrais e frutas para que a energia dure. Fique longe de cereais e sucos com açúcar e de bebidas com cafeína, que vai deixá-lo com preguiça durante o dia. Não pule refeições, coma a cada três ou quatro horas. Dietas muito baixas em calorias são garantias de aumentar a fadiga.

Evite álcool. O álcool pressiona o seu sistema nervoso central e atua como sedativo, deixando você cansado por horas depois de tomar nada mais que uma ou duas doses. Também pode atrapalhar seu sono, se beber antes de dormir.

Tenha bons hábitos: para dormir, evite comer, ler ou ver TV na cama.

Deixe o quarto fresco, escuro e calmo. E coloque o alarme para a mesma hora todos os dias – a rotina pode ajudá-lo a estabelecer um horário de sono regular.

Os cochilos são bons, desde que sejam curtos e cedo. Programe os exercícios pelo menos seis horas antes de ir para a cama.

Lanches rápidos podem ajudá-lo a dormir, mas refeições grandes tarde da noite podem deixá-lo acordado. Se você não consegue dormir, não fique virando na cama, vá até outra parte da casa e leia ou relaxe até sentir sono.




Da Redação, DIRETODOPONTO.COM 








SEGUNDA-FEIRA TEM MAIS, ATÉ LÁ.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

DICAS DE SAÚDE: Como controlar o colesterol.

Diversos fatores podem ser responsáveis pelo aumento do colesterol, como tendências genéticas ou hereditárias, obesidade e atividade física reduzida, porém, um dos fatores mais comuns é a dieta.

A dieta rica em colesterol inclui grandes quantidades de alimentos de origem animal: óleos, carne de gado, leite não-desnatado e ovos. Na alimentação humana, o colesterol é encontrado nas gorduras saturadas, ou seja, todos os alimentos que contêm gorduras animais possuem colesterol.

Deve-se evitar carne vermelha, pois mesmo quando aparentemente “magra’, ela possui moléculas de colesterol entre suas fibras. As margarinas light ou diet devem ser as escolhidas em substituição à manteiga.

Nos vegetais não existem gorduras saturadas, e conseqüentemente não há colesterol. Os vegetais são compostos por gorduras insaturadas. Portanto, dê preferência a alimentos de origem vegetal: frutas, verduras, legumes e grãos. Produtos vegetais (como linhaça e amendoim) também contêm compostos como o colesterol, os fitoesteróis, que são sugeridos para diminuir os níveis de colesterol no sangue.

A substituição de gorduras saturadas por insaturadas na dieta pode auxiliar a reduzir o colesterol no sangue. Contudo, deve-se observar que mesmo com uma dieta pobre em colesterol ou vegetariana, o colesterol pode ser sintetizado no organismo humano em grandes quantidades como resultado de distúrbios no metabolismo.

Além de uma alimentação equilibrada, há outras maneiras de evitar o aumento do colesterol e até mesmo diminuí-lo:

Redução do estresse: uma vida com menos estresse também, diminui o risco de infarto. Procure transformar suas atividades diárias em algo que lhe dê satisfação.

Faça uma dieta com baixos níveis de gordura e colesterol: seja rigoroso no controle da alimentação.

Faça exercícios físicos: a atividade física pode emagrecer e diminuir tensões. Controlando o peso, fazendo exercício ou praticando esporte, você se sente melhor e diminui o risco de infarto.

Não fume: o cigarro é um fator de risco para doença coronária. Aliado ao colesterol, multiplica os riscos.




Da redação, DIRETODOPONTO.COM 




QUARTA-FEIRA TEM MAIS, ATÉ LÁ!!!!!